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O TYBA roda vários agentes de codificação ao mesmo tempo — Claude Code, Codex — cada um num worktree git isolado, dentro de um sandbox do sistema operacional, atrás de um inbox de aprovações. Ele existe porque rodar agente em paralelo tem dois problemas que ninguém resolve junto: eles se atropelam, e você não sabe o que eles estão fazendo até já ter acontecido.

O que ele garante

Isolamento de verdade

A jaula é imposta pelo kernel, não pedida no prompt. Um bash -c que o agente cria herda a mesma jaula.

Paralelo sem colisão

Um worktree por sessão. O agente A não vê nem atropela a árvore do B, e nenhum toca sua cópia de trabalho.

Revisão antes da saída

O diff é montado só do .git local. O botão que aprova o push mora dentro dele.

Um inbox, não N terminais

Você responde quem está bloqueado, sem vigiar quem não está.
Fail-closed em tudo: política que não aplica derruba a sessão. Canal de aprovação que quebra vira negação. Não há caminho em que a falha vire permissão.

Onde começar

Instalação

macOS, Linux e Windows — e os pré-requisitos que não vêm na caixa.

Primeira sessão

O que acontece entre descrever a tarefa e o código existir.

Classificação de risco

Exatamente o que passa sozinho e o que espera por você.

Plataformas

O que o sandbox garante em cada sistema — e onde ele garante menos.

Antes de instalar

A garantia não é a mesma nos três sistemas. No macOS e no Linux a leitura do agente é fechada por padrão: seu ~/.ssh não é proibido, ele não existe. No Windows a leitura é aberta por padrão, com uma lista de segredos conhecidos fechada — outros repositórios seus e o .env de outros projetos são legíveis.Está tudo em Plataformas. Leia antes, não depois.

Sobre esta documentação

Ela descreve o que roda hoje, na 0.1.3. O que ainda não existe não aparece aqui como se existisse — a mesma regra do site: nada aqui é promessa. O nome vem do tupi: tyba é o sufixo de abundância, o lugar onde as coisas se reúnem.