⌘⇧G no macOS, Ctrl+Shift+G no Windows e Linux. Ele abre abaixo do terminal, acima da barra de chips.
Nas Configurações ele aparece pelo nome interno, Rich Input. É a mesma coisa.
⌘⇧G devolve o foco ao terminal e deixa a caixa aberta, com o seu texto onde estava. Quem fecha é Esc.
@ para arquivos
Digite @ e comece o nome. O @ só arma o autocomplete no começo da linha ou depois de um espaço — um user@host não dispara nada.
A lista vem do git ls-files do worktree: rastreados e não rastreados, com o .gitignore respeitado. Os caminhos são relativos ao diretório da sessão, e a busca é fuzzy.
Com o popover aberto:
Sem popover,
Esc fecha o composer.
O popover só existe quando há pelo menos um match. Se você digitou
@xyz e nada bate, não há popover — e aí o Esc fecha a caixa inteira, porque é o único Esc que sobrou.Enter: as duas configurações
Esta é a parte que confunde, então aqui está inteira. O que manda é a preferência “Enviar com Ctrl+Enter” (Configurações → Preferências), ligada por padrão:
Duas coisas que valem o destaque:
⇧↵ sempre quebra linha, nas duas configurações. É a tecla que funciona sem você lembrar como está a preferência.⌘↵ / Ctrl+↵) não é remapeável. Já o ⌘⇧G que abre a caixa é.
O aviso de prompt sensível
Com “Avisar sobre prompt sensível” ligada (padrão), o core olha o texto antes de enviar. Se ele acha que tem dado sensível, o envio não acontece: o botão fica âmbar e aparece “Pode conter dado sensível — clique de novo para enviar.” Apertar de novo envia. É um pedágio de um clique, não um bloqueio. A checagem é uma busca de substring, sem regex, contra uma lista fixa de doze termos, em português e inglês:As preferências
Todas em Configurações → Preferências:
Com “Fechar após enviar” desligada, a caixa fica aberta e vazia — bom para quem manda vários prompts seguidos.
Veja também
Claude Code e Codex
Onde a sessão de agente nasce.
Atalhos
O que dá e o que não dá para remapear.