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Digitar um prompt de três parágrafos direto no PTY é ruim: o agente redesenha a linha, a seta para cima vira histórico dele, e um Enter acidental manda metade da ideia. O composer é uma caixa de texto de verdade para escrever antes de enviar. ⌘⇧G no macOS, Ctrl+Shift+G no Windows e Linux. Ele abre abaixo do terminal, acima da barra de chips.
Nas Configurações ele aparece pelo nome interno, Rich Input. É a mesma coisa.
O atalho é um alternador de foco, não um liga/desliga: com a caixa já focada, ⌘⇧G devolve o foco ao terminal e deixa a caixa aberta, com o seu texto onde estava. Quem fecha é Esc.

@ para arquivos

Digite @ e comece o nome. O @ só arma o autocomplete no começo da linha ou depois de um espaço — um user@host não dispara nada. A lista vem do git ls-files do worktree: rastreados e não rastreados, com o .gitignore respeitado. Os caminhos são relativos ao diretório da sessão, e a busca é fuzzy. Com o popover aberto: Sem popover, Esc fecha o composer.
O popover só existe quando há pelo menos um match. Se você digitou @xyz e nada bate, não há popover — e aí o Esc fecha a caixa inteira, porque é o único Esc que sobrou.
O clipe ao lado abre o seletor de arquivos do sistema e insere o caminho — relativo à sessão quando dá, absoluto quando não dá.

Enter: as duas configurações

Esta é a parte que confunde, então aqui está inteira. O que manda é a preferência “Enviar com Ctrl+Enter” (Configurações → Preferências), ligada por padrão: Duas coisas que valem o destaque:
Com a preferência desligada, ⌘↵ não faz nada. Não envia e não quebra linha — é uma tecla morta, de propósito.O raciocínio: se já envia, um ⌘↵ quase certamente é um reflexo de músculo de quem esperava a outra configuração. Melhor não fazer nada do que enviar um prompt pela metade.
⇧↵ sempre quebra linha, nas duas configurações. É a tecla que funciona sem você lembrar como está a preferência.
O atalho de envio (⌘↵ / Ctrl+↵) não é remapeável. Já o ⌘⇧G que abre a caixa é.
Sessão sem bracketed paste é sessão de uma linha só. O composer manda o texto embrulhado em DECSET 2004; sem isso, não há como um \n ser texto em vez de Enter. Quando o TYBA detecta que a sessão não habilitou, ele bloqueia a quebra de linha e avisa: “Sessão sem bracketed paste: apenas uma linha.”

O aviso de prompt sensível

Com “Avisar sobre prompt sensível” ligada (padrão), o core olha o texto antes de enviar. Se ele acha que tem dado sensível, o envio não acontece: o botão fica âmbar e aparece “Pode conter dado sensível — clique de novo para enviar.” Apertar de novo envia. É um pedágio de um clique, não um bloqueio. A checagem é uma busca de substring, sem regex, contra uma lista fixa de doze termos, em português e inglês:
Isso não é um detector de segredo. Ele acha a palavra, não o valor.AKIA… colado cru passa direto — nenhuma daquelas palavras aparece. E “corrigir o tokenizer” trava, porque contém token. Trate como um lembrete grosseiro, não como uma rede.
Editar o texto rearma o aviso. Se a checagem falhar, o prompt vai — ela falha aberta, porque um erro de IPC não deveria impedir você de trabalhar.

As preferências

Todas em Configurações → Preferências: Com “Fechar após enviar” desligada, a caixa fica aberta e vazia — bom para quem manda vários prompts seguidos.

Veja também

Claude Code e Codex

Onde a sessão de agente nasce.

Atalhos

O que dá e o que não dá para remapear.