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O ciclo que o TYBA fecha aqui é o mais chato de fazer à mão: alguém revisou o PR, deixou comentários espalhados por arquivos e linhas, e agora alguém tem que transcrever isso para o agente. Não precisa. O painel lê os comentários, você marca quais valem, e eles vão para o composer da sessão que escreveu o código.

Onde fica

Dentro do painel de revisão, em Entregar, logo abaixo da linha do PR — Comentários da review. Só aparece quando existe PR aberto para a branch da sessão.
Precisa do gh (ou do glab) instalado e autenticado. Sem CLI, a lista vem vazia, sem erro: ler comentário é API da forja, e sem CLI não existe caminho até ela. Isso não é defeito seu — a maioria das pessoas não instala gh.

O que ele lê

Duas coleções, juntas na mesma lista:
Cada item mostra @autor, o arquivo e a linha (quando o comentário está ancorado), e o texto.

Marcar e conferir

Marque no checkbox o que deve virar trabalho. Selecionar tudo / Limpar seleção no canto. Com algo marcado, aparece Isto vai pro agente — o prompt exato, aberto por padrão. Não é resumo: é o texto que será colado.
Conteúdo de terceiros — revise antes de encaminhar pro agente.O aviso está na interface, e é literal. Um comentário de PR é texto que qualquer pessoa com acesso ao repositório escreveu, e você está prestes a colar isso num agente que edita código. O preview existe para você ler antes, não para decorar.O que protege do outro lado é a classificação de risco: o prompt não muda o que o agente pode fazer sozinho.

Encaminhar

Encaminhar N comentários pro agente. O TYBA cola o prompt no composer da sessão e muda o foco para ela.
O prompt é colado, não enviado. O submit vai false: você lê, ajusta, e aperta enter. O TYBA não fala pelo agente.
Deu certo, a seleção limpa e aparece Encaminhado pro agente ✓.

Quando não há sessão viva

Esse é o caso comum: o PR ficou aberto três dias, você fechou o TYBA, o agente morreu. O worktree continua lá. Aí o TYBA abre uma sessão nova no worktree e sobe o agente: Quem sobe é o Agente de review das Configurações.
É sempre uma sessão de agente, nunca um shell com o binário digitado dentro. Digitar claude num shell subiria o agente sem sandbox, com o seu ambiente inteiro e — o que importa — sem os hooks: sem PreToolUse não há gate, e um agente fora do inbox faz o que quiser.

Agente de review

Configurações → Preferências → Agente de review.
Quem recebe os comentários do diff quando não há sessão aberta no worktree: o Tyba abre uma sessão, sobe esse agente e cola o prompt no composer.
O comando custom roda dentro do worktree antes de o prompt ser colado. Ele precisa ser um agente interativo de verdade: o TYBA espera o TUI ligar o bracketed paste (DECSET 2004) para saber que o composer está pronto — são até 30 tentativas de meio segundo, porque cold start de agente estoura qualquer sleep fixo. Um comando que nunca liga bracketed paste não recebe o prompt.
O mesmo ajuste decide quem sugere mensagem de commit — com uma ressalva: a sugestão só aceita claude ou codex. Comando custom cai em claude.

Os outros dois caminhos

O mesmo encanamento serve mais duas coisas, e vale saber que são a mesma engrenagem: Nos três casos: prompt colado, foco na sessão, você aperta enter.

O que não existe

Veja também

Pull requests

Como o PR chegou até aqui.

Claude Code e Codex

Quem são os agentes que o TYBA sabe subir.