Pular para o conteúdo principal

Abrir

⌘F abre e fecha a busca do painel ativo.
Também pelo botão direito no terminalBuscar no terminal. A caixa aparece no canto superior direito do painel. A busca é do painel — cada terminal tem o histórico dele, e a busca só enxerga aquele. As setas da caixa fazem o mesmo que ⇧↵ e . Enquanto você digita, o TYBA já vai marcando o primeiro resultado — não precisa apertar Enter para ver onde bateu.

O contador

À direita do campo: Os resultados ficam pintados com as cores do seu tema: todos os matches com uma marcação, e o ativo em outra. Trocou de tema, a busca troca junto.

Ele já vem preenchido

Se você tinha algo selecionado ao abrir a busca, a query nasce com aquele texto — já selecionado no campo, pronto para ser substituído se não for o que você queria.
Isso só vale para seleção de uma linha só. Seleção com quebra de linha não pré-preenche nada: a busca é por texto corrido, e uma query de três linhas nunca acharia nada.
O fluxo que isso destrava: viu um hash de commit, um ID de request ou um nome de arquivo no output, deu dois cliques nele, ⌘F, — e você está percorrendo todas as outras vezes em que ele apareceu.

O limite de 10.000 linhas

O terminal guarda 10.000 linhas de scrollback. Fixo.
O que passou dessas 10.000 linhas não existe mais. A busca não acha porque não há o que achar — a linha foi descartada quando a 10.001ª chegou.
Isso não é um número que você possa aumentar: não há campo em Configurações, nem preferência escondida, nem arquivo para editar. Um cat de um log gigante, um build verboso, um agente despejando diff — qualquer um deles empurra para fora o que estava lá antes. Se o que você precisa achar é de meia hora e mil comandos atrás, o lugar de procurar não é a busca do terminal — é o arquivo, o log ou o git.

O que a busca não vê

Veja também

Usando o terminal

Seleção e cópia — o que alimenta a busca.

Atalhos

Onde remapear ⌘F.