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Quando uma operação do git para no meio, o painel de revisão te conta. Uma faixa nasce no topo, vermelha se ainda há arquivo em conflito, âmbar se já não há. Você não precisa pedir. A faixa aparece sozinha, e some sozinha quando a operação termina.

O que ele detecta

O TYBA olha marcadores no git-dir daquela árvore, nesta ordem: Nenhum deles, nenhuma faixa. Ao lado do título vêm os dois lados: main ← feature. O ours é a sua branch (durante um rebase, o HEAD está solto, então ele lê o head-name que a própria operação deixou). O theirs é o outro lado — nome quando o git sabe dizer, SHA curto quando não sabe.
Não importa quem começou o merge. Você rodando git merge no terminal da sessão, ou o agente fazendo isso sozinho: a fonte é o estado real do git, e a faixa reflete os dois igual.

A lista de arquivos

Cada arquivo em conflito é uma linha, com o código XY do git ao lado — UU (os dois mudaram), AA (os dois adicionaram), DD, AU… O código está ali porque ele muda o que “escolher um lado” significa. Cada linha tem quatro ações: Escolher um lado é o arquivo inteiro. Não é hunk, não é linha. É a ferramenta certa pra lockfile, snapshot, arquivo gerado — e a ferramenta errada pro src/ que tem intenção dos dois lados.
Errou o lado? Até a operação ser concluída, git checkout -m -- <arquivo> no terminal da sessão refaz o conflito e devolve os marcadores. Nada aqui é irreversível antes do commit.
Se o arquivo não está mais em conflito quando você clica — porque a lista envelheceu, porque o agente resolveu enquanto isso — a ação é recusada: “não está em conflito — a lista deve ter atualizado.” Nenhuma ação escreve às cegas.

Resolver com agente

O botão à direita da faixa manda o problema pro agente. Ele monta um prompt com a operação, os dois lados, a lista de arquivos com seus códigos, e uma instrução explícita de preservar a intenção dos dois lados e remover os marcadores. Aí:
  • Sessão de agente viva na pasta? O prompt vai pro composer dela.
  • Não? O TYBA sobe uma sessão de agente naquela pasta — com sandbox e com o gate de aprovação — e o prompt vai pro composer dela.
O prompt é digitado, não enviado. Ele para no composer, escrito, esperando o seu . É de propósito, e o prompt é de uma linha só pelo mesmo motivo: colagem multilinha vira o chip [Pasted text] no composer, e você não conseguiria ler o que vai mandar antes de mandar.
O fim do prompt muda com a operação:
  • Merge — o agente resolve, dá git add, e para. Não conclui o commit do merge. Quem revisa a resolução e commita é você.
  • Rebase / cherry-pick — o agente resolve e roda --continue até a operação terminar, sem criar commits além dos que a própria operação replica.
Uma sessão de agente aberta na pasta conflitada vê aquela pasta. Se o conflito é no seu repositório principal e não num worktree, é a sua cópia de trabalho que o agente está editando — com aprovação no inbox, mas dentro dela. O worktree existe justamente pra isso não acontecer sem você escolher.

O último passo é seu

Resolveu tudo? A faixa não some — ela fica âmbar e diz:
Conflitos resolvidos — falta concluir a operação (commit / —continue).
Isso não é bug: o TYBA não conclui a operação por você. Ele detecta, ele te deixa escolher lado por lado, ele marca resolvido. O git commit do merge, o git rebase --continue, o git cherry-pick --continue são seus, no terminal da sessão. É o último ato deliberado antes de o histórico mudar de forma. Quando a operação terminar, o marcador some do git-dir e a faixa some da tela.

O que não existe

  • Concluir a operação por botão. Nem commit de merge, nem --continue.
  • Abortar por botão. git merge --abort é no terminal.
  • Editor de merge de três vias. As opções são: um lado inteiro, ou o seu editor.
  • Escolher lado por hunk. É o arquivo todo.
  • A faixa enquanto você explora outra branch. Explorando uma branch no picker, o painel esconde a faixa — o que está na tela não é a árvore conflitada. Volte pra sessão e ela reaparece.

Veja também

Branches

Trocar de branch, fetch, e o que o picker recusa.

Classificação de risco

O que o agente faz sozinho enquanto resolve.