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O painel de containers lista o que está rodando, abre logs e shell de um container em abas, e dá compose up/down/restart por projeto. Não é um stub — é o painel inteiro.

Ligar a integração

A integração vem DESLIGADA por padrão. Ela está em Configurações → Code → Integração com Docker.
Com o toggle ligado, aparece um ícone do Docker no header com um pontinho de status: verde quando há container rodando, vermelho quando o Docker não responde. Clicar nele abre o painel. Desligado, não há ícone e não há painel.

Requisitos

O TYBA procura o binário do docker nesta ordem:
Sem binário, ou com o daemon parado, o painel não inventa nada: ele diz “Docker não está respondendo”. No macOS, oferece junto o atalho “Abrir Docker Desktop” — nas outras plataformas, subir o Docker fica com você.

A lista

Os containers vêm agrupados por projeto compose, e o que não pertence a projeto nenhum cai em “avulsos”.
  • Rodando primeiro, depois em ordem de nome.
  • Parados também aparecem — mas ficam recolhidos atrás de um “N parados — mostrar”.
  • Cada grupo mostra a contagem do que está de pé.

Logs e shell

Cada um vira uma aba. Logs acompanha a saída (-f) começando pelas últimas 200 linhas. Shell tenta o shell bom e cai no que existir:
Ou seja: bash se o container tiver, sh se não tiver. Container Alpine não fica sem shell.

Remover

Remoção é ação vermelha: pede confirmação em dois cliques. O primeiro clique arma o botão, o segundo executa. Não há diálogo, mas também não há como remover por engano num clique só.

Compose

Quando o grupo é um projeto compose e a pasta dele existe nesta máquina, o cabeçalho ganha as ações do projeto:

Quando o caminho não é desta máquina

Um container reporta o caminho do ambiente onde ele subiu, que nem sempre é o seu. Quando o TYBA olha o caminho e ele não está aqui — ou está mas sem permissão de leitura — ele diz isso e mostra o caminho, em vez de oferecer um botão que abriria o nada. É por isso que as ações de compose só aparecem para projeto cuja pasta o TYBA consegue enxergar.
No alvo remoto essa checagem é pulada de propósito: o caminho do host remoto não existe nesta máquina, e anotar viraria link quebrado. Por isso as ações de compose não funcionam remotamente — veja Docker remoto.

Veja também

Docker remoto

O mesmo painel apontando para um host SSH.

Hosts e grupos

O cadastro que faz o alvo remoto existir.