Instalar e manter a assinatura de cada um é com você. Sem nenhum dos dois, o TYBA continua sendo um terminal inteiro — o que você não consegue é criar sessão de agente.
O
PATH consultado é o do seu shell de login, não o do processo. O TYBA roda $SHELL -lic uma vez para descobrir onde as coisas estão, e guarda o resultado.É por isso que um agente instalado via nvm, asdf ou Homebrew é encontrado mesmo quando o app abre por um lançador gráfico (o Dock, no macOS), que herda um PATH mínimo.Criar uma sessão de agente
Os dois abrem o mesmo diálogo. Ele pergunta primeiro onde a sessão trabalha: pasta padrão, última pasta, escolher pasta, sua home, ou um host SSH.
A escolha do agente vem depois — e só aparece quando a sessão é isolada em worktree. É aí que está a diferença entre os dois atalhos:
⌘⇧Tjá entra com “Isolar em git worktree” ligado.⌘Nrespeita a preferência “Novas sessões isoladas por padrão” (Configurações → Preferências, desligada por padrão).
Sessão de agente é sempre sessão em worktree. Não é uma amarração acidental: worktree, jaula, env por allowlist e inbox nascem juntos, no mesmo passo. O caminho inteiro está em Primeira sessão.Rodar
claude digitando o nome dele num shell é outra coisa — e o que você perde está descrito em Agente via SSH.pasta padrão. Vazia = sem padrão.
Quando o binário não está lá
Agente padrão do repositório
Um repositório pode pré-selecionar o agente comagent.default no .tyba/config.toml — e isso só vale depois de você aprovar aquele arquivo. As regras (e por que o consentimento é por hash) estão em Configuração do repositório.
O que a sessão informa
Duas coisas que valem saber:
Exited não desenha nada. Sessão que terminou normalmente não vira bolinha nem etiqueta — silêncio é o estado correto de quem acabou.Idle só aparece quando pede atenção. Se você já viu o resultado, o verde some.O agente de review
Em Configurações → Code, o campo “Agente de review” decide quem recebe os comentários que você escreve num diff quando não há sessão viva naquele worktree. Havendo sessão, o prompt vai para ela. Sem sessão, o TYBA abre uma, sobe o agente escolhido e cola o prompt.
A limitação é deliberada. Uma sessão de agente precisa passar pelo runner do core: é ele que carrega os hooks, a jaula e a allowlist de ambiente. Uma linha de comando arbitrária subiria um processo sem gate de aprovação — exatamente o que o TYBA existe para impedir.
Veja também
Como o TYBA fala com o agente
De onde vem o gate de aprovação.
O composer
A caixa de prompt longo.
Configuração do repositório
agent.default e a allowlist de ambiente.Agente via SSH
O que você perde do outro lado do cano.