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Uma sessão de agente no TYBA não é uma janela de chat. É um pipeline, e cada etapa é imposta pelo core em Rust — a interface só desenha o que ele decidiu. Entender essas sete etapas é entender o produto inteiro.

1. Criar

Você descreve a tarefa. O core resolve a raiz do repositório e deriva uma branch:
O sufixo aleatório curto é o que impede duas sessões na mesma tarefa de brigarem pelo mesmo nome de branch.

2. Worktree

git worktree add a partir da base atual — e o SHA da base é fixado aqui. Isso é o que faz a revisão do passo 5 ser utilizável: todo diff que você vê depois é base_sha..HEAD. Um agente que passou duas horas trabalhando não te afoga com tudo que entrou na main nesse meio-tempo. Se o repositório tiver um .tyba/setup.sh, ele roda agora — é o lugar de fazer symlink do .env, bun install, subir banco por worktree.

3. Subir

O PTY nasce dentro do sandbox, com ambiente montado por allowlist. Seu DATABASE_URL e seus tokens simplesmente não estão lá — o agente recebe seis variáveis e o que o .tyba/config.toml do repositório autorizar, depois de você aprovar. A escrita fica no worktree e em temp. A leitura depende da plataforma — e essa diferença está em Plataformas.

4. Acompanhar

A sessão reporta status: Quando algo precisa da sua aprovação, vira item no inbox com notificação nativa — e a sessão fica bloqueada até você responder. Você responde ali, sem trocar de janela, e a resposta é escrita direto naquele PTY. O que precisa de aprovação e o que passa sozinho está em Classificação de risco.
O status não é adivinhado raspando a tela. O TYBA injeta hooks no agente e escuta os eventos num canal local: a ferramenta que vai rodar vira Running, o fim de turno vira Idle, e um pedido de resposta vira AwaitingInput. É o mesmo canal que alimenta o inbox de aprovações — como o TYBA fala com o agente.

5. Revisar

A revisão é montada só do git local — não há ida ao GitHub. Timeline de commits, resumo por arquivo, e os hunks carregados sob demanda ao clicar.
O diff de um lockfile tem dezenas de milhares de linhas. Ele fica fechado até você pedir.
O que o agente deixou sem commitar também aparece.

6. Integrar

Merge local, squash, ou gh pr create pelo seu próprio gh.
Push e merge são executados pelo TYBA, fora da jaula. A sessão do agente nunca teve credencial de rede — e é exatamente esse o ponto. O botão que aprova um push mora dentro da revisão, depois de você ter visto o diff.
E, aconteça o que acontecer: push de agente para main ou master é recusado pelo core. Sempre.

7. Limpar

git worktree remove e coleta das branches órfãs.

O que fazer agora

Rode duas sessões ao mesmo tempo no mesmo repositório. É onde o desenho aparece: a sessão A editando src/ não vê nem atropela a árvore da sessão B, e nenhuma das duas encosta na sua cópia de trabalho.

Classificação de risco

O que o agente faz sozinho e o que espera por você.

Configuração

Ambiente e agente padrão por repositório.