Pular para o conteúdo principal
Broadcast é digitar em um pane e a tecla ir para todos os panes SSH selecionados do mesmo tab. É para quando a mesma coisa precisa acontecer em oito máquinas e você quer ver as oito saídas lado a lado.

Como chegar lá

Na tela Conexões SSH, o cabeçalho de um grupo com dois ou mais hosts ganha o botão “Conectar os N”. Ele abre todos os hosts do grupo como panes verticais de um workspace só — verticais porque o ponto é comparar as saídas. A partir daí:
A BroadcastBar só aparece quando o tab tem mais de um pane SSH vivo.Não é um botão global, não tem atalho, e não está na paleta de comandos. Um pane só, ou panes que não são SSH, e a barra não existe — não há o que difundir.
Pane que morre sai da conta sozinho. Se sobrar um, a barra some.

A barra

Desligada, ela é discreta: um toggle Broadcast e nada mais. Ligada, ela fica âmbar inteira e mostra “Broadcast: N hosts”. Isso é deliberado — você precisa saber, sem olhar, que a próxima tecla vai para mais de uma máquina.

Os chips

O “grupo” do broadcast não é o Host Group. O grupo só semeou a lista; o alvo é um conjunto de chips, um por host, cada um clicável para incluir ou excluir. Tem “todos” e “nenhum” ao lado.
  • Default: todos os panes SSH vivos do tab.
  • Chip não selecionado fica esmaecido — a diferença é visível de longe.
  • Cada chip tem a bolinha da cor do host. É a cor que você cadastrou.
Ou seja: você conecta o grupo “Produção” inteiro e depois tira aquele um host que não deve receber, sem desfazer nada.

O gate do vermelho

Aqui está a parte que importa. As teclas passam livres. Digitar não executa nada, então não há o que barrar — o que você digita aparece nos N prompts, e pronto. No Enter, o core decide. Antes do fan-out, ele classifica a linha com o mesmo classificador do gate de aprovação do agente — a mesma lista, não uma cópia que diverge com o tempo.
Se a linha for VERMELHA e não confirmada, nada é enviado. Nenhum host recebe.Abre um diálogo com o comando na íntegra, o badge VERMELHO, o aviso de que vai rodar em N hosts, e o Cancelar já em foco. Você confirma explicitamente ou não sai.
A decisão vive no core, não na interface. O webview não dispara comando vermelho em N máquinas nem que queira.

Por que o amarelo não pergunta

Porque perguntar no amarelo tornaria o recurso insuportável — e, pior, ensinaria você a clicar sem ler. Um gate que dispara o tempo todo vira um reflexo. E o dia em que o vermelho de verdade aparecer, ele já vai ter sido treinado a apertar “sim” antes de terminar de ler a frase. Um diálogo que você lê vale mais que dez que você despacha. Então systemctl restart nginx derruba o nginx dos oito hosts sem cerimônia. É amarelo, é sua responsabilidade, e o TYBA não finge o contrário. Veja classificação de risco para o que cai em cada faixa.
Sessão single-host não passa pelo gate. Se você tem um pane SSH só, sudo rm -rf sai na hora, como sairia em qualquer terminal.Não é inconsistência: o perigo que o broadcast trata é o fan-out — o mesmo estrago em N máquinas ao mesmo tempo, sem chance de reagir depois da primeira.

O que a linha classificada é

A linha que o core classifica é reconstruída pelo que você digitou naquela rajada. Seta, Tab, histórico do shell — não passam por ali. Na prática: comando trazido do histórico com não é o que o gate vê. O que executa continua sendo o que está no prompt.

Quando algo falha

Falha em um alvo não some calada. Se a tecla foi para 2 de 3 hosts, o erro é agregado e reportado — o app não diz “ok” e deixa você descobrir tarde que a rajada não foi inteira.

O que o broadcast não é

O gate do broadcast protege o que você digita. Só isso.Ele não vê e não filtra nada que um agente rodando dentro de um pane SSH faça — aquilo é um processo do outro lado do cano, e o TYBA não tem alcance ali.

Veja também

Hosts e grupos

Onde nasce o grupo que vira “Conectar os N”.

Classificação de risco

O classificador é o mesmo. Vale a pena saber o que é vermelho.

Agente via SSH

O que o gate do broadcast não cobre.

Atalhos

O broadcast não tem atalho. O resto tem.