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Editar sem inteligência de linguagem é editar às cegas. O painel liga um language server (LSP) por trás do editor, então você ganha o que espera de uma IDE — só que dentro do TYBA, e com o server rodando isolado.

O que você ganha

Para cerca de 15 linguagens (Rust, TypeScript, Python, Go, e por aí vai), enquanto você edita:
  • Completion — sugestões enquanto digita, ou forçadas com ⌃Space.
  • Diagnostics — os erros e avisos aparecem como sublinhado ondulado na linha, com um contador no header do painel. Não tem um painel de “Problems” separado; o erro fica onde ele acontece.
  • Hover — passe o cursor num símbolo e veja o tipo e a doc.
  • Goto-def — pule pra definição de uma função ou tipo. Se ela está dentro da raiz do painel, o painel navega até lá; se está fora, o TYBA te diz onde.

Quando o server não está instalado

Aqui está a parte que você vê acontecer. Cada linguagem precisa do seu language server (o rust-analyzer, o typescript-language-server, etc.). O TYBA lida com isso assim:
1

Se você já tem o server no PATH, ele usa o seu

Nada a fazer. O que está no seu PATH sempre ganha.
2

Se não tem, o TYBA se oferece pra baixar

Aparece um card com o nome do server, a versão, o tamanho e a fonte (o domínio oficial), com um selo dizendo que o download é conferido por checksum. Você não precisa instalar nada na mão.
3

Você aceita, ele baixa e sobe

Uma barra mostra o progresso; quando termina, o indicador no header vai de ausente para instalando e então para vivo, e a completion começa a funcionar. Se preferir usar o seu, o card também te dá o comando de instalação pra rodar você mesmo.
O download é pinado: a versão e o checksum vêm amarrados a cada release do TYBA e conferidos byte a byte antes de rodar. Se o que baixou não bate com o esperado, o TYBA recusa e te mostra o erro — ele nunca executa um binário que não confere.

Por que ele roda isolado

Um language server não é passivo: ele executa código do projeto que indexa. O rust-analyzer roda build.rs e proc macros; o tsserver carrega plugins do package.json. Num worktree de agente, esse “código do projeto” é código que o agente escreveu — possivelmente sob prompt injection. Por isso o server sobe dentro da mesma jaula que o resto do TYBA usa pros agentes: sem rede, sem escrever fora do workspace. Você percebe isso em duas coisas — foi por segurança que ele pediu consentimento pra baixar (o download acontece no core, não no server enjaulado), e é por isso que o server não alcança a internet. Nenhum editor do mercado enjaula o language server que roda; aqui ele roda contido.
No Windows, o LSP não sobe nesta versão. O resto do painel — árvore, viewer, edição, git, fuzzy finder — funciona normalmente; só a inteligência de linguagem fica de fora no Windows por enquanto. No macOS e no Linux ela funciona.

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Arquivos remotos

O mesmo painel num host por SSH, sem instalar nada no servidor.