Como funciona
Abra o painel numa sessão SSH e ele mostra os arquivos do host, não os da sua máquina. Navegar, ler, editar, salvar, criar, renomear, deletar — tudo igual ao local, do mesmo jeito que você já aprendeu. Por baixo, ele viaja pela conexão SSH que já está aberta — a mesma da sua sessão. Não abre conexão nova, não sobe daemon nem helper no servidor. Cada ação é uma operação pontual na conexão que já existe. O servidor não fica com nada residente do TYBA.O que muda em relação ao local
A UX é a mesma, mas o protocolo remoto não dá todas as garantias do disco local, e o painel é honesto sobre isso:- Deletar sempre pede confirmação. No seu computador, deletar manda pra Lixeira e dá pra recuperar. No host remoto não existe uma Lixeira padrão, então o painel confirma antes de todo delete — apagou, foi.
- A guarda de conflito continua valendo. Salvar confere se o arquivo mudou no host desde que você começou a editar, e avisa em vez de sobrescrever — igual ao local.
- Não há atualização automática. No local, o painel percebe mudança de arquivo sozinho. No remoto isso custaria rede o tempo todo, então a árvore atualiza nos momentos naturais: quando você expande uma pasta, foca o painel, faz uma ação (salvar, criar, renomear, deletar), ou clica em atualizar.
- As decorações de git vêm do host. O status de git que aparece na árvore é o do repositório no servidor, calculado a cada atualização.
O que fica de fora no remoto
O language server é local-only: numa sessão remota o painel não sobe LSP, então não tem completion, diagnostics nem goto-def no host. Você edita, salva e vê o git — a inteligência de linguagem fica para as sessões locais.