Os blocos vêm com a linha de comando do TYBA, e só existem com ela ligada. É ela que tira o prompt do shell da tela — e é isso que dá ao app a fronteira exata de onde cada comando começa e termina. Com o prompt desenhado na tela, a fronteira cairia no meio de um prompt que temas como o Powerlevel10k repintam por baixo, e o recorte sairia errado.
O cartão
Rolar um bloco alto mantém o cabeçalho dele preso no topo, para você não perder de vista qual comando está lendo.
O que dá para fazer com um
Passe o mouse no cabeçalho:As ações leem o modelo, nunca o que está desenhado. Copiar a saída de um bloco longo traz tudo, não só o pedaço renderizado.
Marcar vários
Copiar cinco comandos de uma vez é seleção de bloco, não seleção de texto.
Arrastar dentro de um bloco continua sendo seleção de texto normal — e um arrasto que terminou com texto selecionado não marca o bloco.
App de tela cheia não vira saída
vim, htop, less e companhia desenham a tela inteira e a apagam ao sair. Guardar isso produziria lixo com cara de saída.
Esses comandos viram cartão sem corpo, com o motivo escrito: app de tela cheia — a saída não é guardada. O cartão fica: sumir com o comando seria pior do que um cartão sem saída.
clear apaga do disco também
Limpar só a tela deixaria no disco uma saída que você achou que tinha apagado — inclusive aquela que você apagou justamente por ter algo à mostra. O bloco do próprio clear fica: sem ele a lista some inteira, o terminal aparece e o cursor fica solto no meio do painel, parecendo defeito.
Só o comando sozinho conta. clear && ls tem saída de verdade depois, e não apaga nada.
O que fica guardado
Os blocos sobrevivem a fechar a sessão: reabrir mostra o histórico acima do shell novo.Veja também
A linha de comando do TYBA
O pré-requisito, e como ligar.
Shell integration
De onde vêm as fronteiras de cada comando.
Busca
Achar texto no que já passou.
Colar com segurança
O outro lado da linha de comando.