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Num terminal comum, a saída de dez comandos é um rio único de texto. Achar onde um começou, copiar só a saída dele, ou saber qual dos dez falhou é trabalho seu — de olho e de rolagem. Com blocos, cada comando executado vira um cartão: o comando, a saída, o código de saída, quanto demorou e em que pasta rodou.
Os blocos vêm com a linha de comando do TYBA, e só existem com ela ligada. É ela que tira o prompt do shell da tela — e é isso que dá ao app a fronteira exata de onde cada comando começa e termina. Com o prompt desenhado na tela, a fronteira cairia no meio de um prompt que temas como o Powerlevel10k repintam por baixo, e o recorte sairia errado.

O cartão

Rolar um bloco alto mantém o cabeçalho dele preso no topo, para você não perder de vista qual comando está lendo.

O que dá para fazer com um

Passe o mouse no cabeçalho:
As ações leem o modelo, nunca o que está desenhado. Copiar a saída de um bloco longo traz tudo, não só o pedaço renderizado.

Marcar vários

Copiar cinco comandos de uma vez é seleção de bloco, não seleção de texto. Arrastar dentro de um bloco continua sendo seleção de texto normal — e um arrasto que terminou com texto selecionado não marca o bloco.
Por que não a seleção normal do mouse através de vários cartões. A lista só mantém desenhados os blocos que cabem na tela. Arrastar por cinquenta e apertar ⌘C entregaria só os que estavam visíveis — menos do que você destacou, sem nenhum aviso. Marcar bloco a bloco copia o que você marcou, sempre.

App de tela cheia não vira saída

vim, htop, less e companhia desenham a tela inteira e a apagam ao sair. Guardar isso produziria lixo com cara de saída. Esses comandos viram cartão sem corpo, com o motivo escrito: app de tela cheia — a saída não é guardada. O cartão fica: sumir com o comando seria pior do que um cartão sem saída.

clear apaga do disco também

clear e reset sozinhos apagam a lista e os blocos guardados — não só da tela. É irreversível, de propósito.
Limpar só a tela deixaria no disco uma saída que você achou que tinha apagado — inclusive aquela que você apagou justamente por ter algo à mostra. O bloco do próprio clear fica: sem ele a lista some inteira, o terminal aparece e o cursor fica solto no meio do painel, parecendo defeito. Só o comando sozinho conta. clear && ls tem saída de verdade depois, e não apaga nada.

O que fica guardado

Os blocos sobrevivem a fechar a sessão: reabrir mostra o histórico acima do shell novo.

Veja também

A linha de comando do TYBA

O pré-requisito, e como ligar.

Shell integration

De onde vêm as fronteiras de cada comando.

Busca

Achar texto no que já passou.

Colar com segurança

O outro lado da linha de comando.