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O painel de Arquivos existe por um motivo prático: revisar o que o agente fez sem largar o TYBA e abrir o VSCode do lado. Você abre o arquivo, lê, compara com o diff e ajusta — tudo na mesma janela onde a sessão está rodando. Numa sessão SSH o ganho é ainda maior, porque lá não tem editor externo pra onde escapar. Ele não é uma IDE e não tenta ser. É a superfície pra você ver e mexer nos arquivos do projeto que a sessão está tocando, com o git à vista.

Abrir o painel

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Aperte o atalho

⌘⇧E no macOS, Ctrl+Shift+E no Windows e no Linux — a mesma tecla do VSCode. Dá pra trocar em Configurações → Atalhos.
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O painel abre na sessão atual

Ele aparece ao lado do terminal, dividido em dois: a árvore de arquivos à esquerda, o conteúdo à direita.
A raiz da árvore não é escolhida na hora: ela vem do contexto da sessão. Numa sessão de agente, a raiz é o worktree daquela sessão. Numa sessão dentro de um repositório, é a raiz do repositório. Fora de um repositório, é a pasta onde a sessão estava quando você abriu o painel. Ela não segue o cd que você der depois — fica fixa no que era quando abriu. Se precisar realinhar, tem um botão para re-ancorar no diretório atual. E fechar o painel encerra esse estado: quando você reabre, a raiz é resolvida de novo, no contexto daquele momento.

A árvore

A árvore carrega sob demanda: só lê o que você expande, então abrir um projeto grande não trava nada.
  • Dotfiles aparecem. Num terminal você espera ver .env e .github/, então eles estão lá.
  • Arquivos no .gitignore aparecem esmaecidos e vêm sempre fechados. node_modules/ e target/ não custam CPU até você expandir de propósito — o core está competindo com os agentes pelo processador, e não vai gastar isso à toa.
  • O .git/ fica escondido.
  • Cada arquivo tem um ícone pela extensão, e um diretório muito grande mostra uma linha “+N itens” em vez de despejar tudo de uma vez.

Ler um arquivo

Clique em qualquer arquivo e o conteúdo abre no viewer à direita. É sempre o mesmo gesto — clicar abre pra ler.
  • Código vem com syntax highlight.
  • Markdown abre renderizado por padrão, com um toggle pra ver a fonte crua.
  • Imagens aparecem. SVG e HTML, não: eles abrem como texto, de propósito — renderizar SVG ou HTML de um arquivo que um agente escreveu é abrir uma porta que não precisa estar aberta. Pela mesma razão, imagem remota dentro de um markdown não é buscada (o alt vira texto) e link não navega sozinho.
  • Arquivo grande vem paginado, em blocos, com um botão pra carregar o resto. O painel nunca joga dezenas de MB na tela de uma vez.
O conteúdo que você abre no viewer não é gravado em lugar nenhum — nem em banco, nem em log. O viewer é passageiro: mostra e esquece.

O git à vista

Cada arquivo na árvore carrega o estado do git ao lado: modificado, novo, não rastreado, staged. O que a marca significa depende de onde você está:
  • Numa sessão de agente, a marca é o que aquela sessão mexeu — a diferença desde que ela começou. Um arquivo que o agente mudou e já commitou continua marcado, porque a pergunta que a árvore responde é “o que essa sessão tocou”.
  • Num repositório normal, é o estado de working tree de sempre, igual ao painel de git.
Do lado de um arquivo modificado aparece um ícone ±. Clicar nele salta direto pro diff daquele arquivo, sem reabrir nada. E o header do viewer tem sempre um botão pra abrir o arquivo no seu editor externo, se você quiser sair do TYBA de propósito.

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Editar arquivos

Editar, salvar sem sobrescrever o agente, e achar arquivo pelo nome.